Agência pra quê? Basta ter a idéia. Vem aí o BootB.com

Dezembro 2, 2007 at 11:30 pm (Aula)

Estréia oficialmente no próximo dia 1º de janeiro uma das propostas mais simples e, ao mesmo tempo, mais revolucionárias do mercado publicitário dos últimos tempos – ao menos no campo das intenções e do modelo de negócio. Trata-se do site BootB.com, que vai funcionar como uma central de briefings e de idéias. Mais conectado com a idéia de sociedade de informação e do “do it yourself“, impossível.

Alguém pensou em “Criação Colaborativa” ou “Publicidade 2.0”? Ou talvez na ineficácia das agências tradicionais em acompanharem as idéias do mundo para oferecê-las aos seus clientes?

Funciona assim: de um lado, as marcas expõem / postam suas demandas e orçamentos. Do outro, pessoas inspiradas, um simples cidadão comum, profissionais atuantes no mercado e até mesmo agências de publicidade enviam suas propostas criativas. Desse caldeirão, na proposta original, surgirá uma base de soluções em criação publicitária e de marketing em escala mundial, disponível em 12 idiomas.

O assunto começou a ser divulgado apenas hoje, em nível internacional, em 17 países diferentes. O timer do site já conta os dias (33, a partir de hoje) para o começo oficial das operações do projeto. BootB é uma sigla para “Brands Out Of The Box”.

Os nomes por trás do negócio são os de Pier Ludovico Bancale, italiano com passagens pela J&J, Hill´s (Colgate-Palmolive) e L’Oreal, e Martin Lindström, conhecido nome do branding com clientes como incluem a Mars, Pepsi, American Express, Mercedes-Benz, Reuters, McDonald’s, Kellogg’s, Yellow Pages e Microsoft.

Graças a esta rede de relacionamentos, o BootB.com já nasce com empresas e organizações multinacionais postando briefings criativos desde o princípio, como Disney, Ferrero, Lego, Peugeot e Unicef.

A abordagem não deixa agências de propaganda de fora, mas deixa bem clara a idéia de suscitar o debate em torno do seu papel nos dias de hoje. Algumas das declarações do press release:

– “Qualquer Um Pode Faturar Alto Em Publicidade”;

– “Crianças e donas de casa em Marrakesh são tão qualificadas quanto executivos de publicidade na Madison Avenue”;

– “As agências publicitárias são bem-vindas também – se elas não tiverem medo da concorrência que está lá fora…”

– “Agora Somos Todos Criativos
 
– ”Por anos na indústria de publicidade fiquei frustrado pela falta de criatividade mostrada pelas agências típicas. E conversei com donos de marca por todo o mundo e não estou sozinho em minhas frustrações” (declaração de Pier Bancale)

O desenho de negócio do BootB.com retorna 90% do orçamento disponibilizado pelo cliente para aquele que tiver a melhor idéia “contratada“. O site tem encriptação SSL para assegurar a integridade das propostas criativas enviadas. E o processo de registro fixa um contrato legal entre os criadores e BootB, dizendo que todas as idéias permanecem como propriedade dos criadores até que um cliente resolva comprá-la. É ver para crer.

Alisson Avila

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TV Digital

Dezembro 2, 2007 at 11:26 pm (Aula, Não classificado)

São Paulo – Por enquanto, as operadoras não oferecem aparelhos compatíveis com sinal digital, deixando caminho aberto para TVs portáteis e PCs.

Ao justificar a escolha do padrão japonês de TV digital como referência para o sistema brasileiro, um dos aspectos enfatizados pelo governo era que o modelo nipônico seria o melhor acabado para transmissões móveis – voltadas a TVs portáteis e celulares. A partir da estréia da TV digital em São Paulo, no próximo domingo (02/12), quem tiver um aparelho móvel com receptor poderá assistir à TV aberta gratuitamente em qualquer lugar, mas a questão é encontrar estes produtos no mercado.Segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, se depender das operadoras, os celulares compatíveis com a TV digital ainda demoram a chegar ao mercado. “Não tenho visto nenhum interesse das companhias telefônicas em pedir para que se comece a produzir o telefone capaz de receber a TV digital”, disse ele.

 A razão é que a TV aberta no celular pode consumir tempo que o usuário gastaria falando ou assistindo a conteúdos pagos. “Vamos ser muito claros, não é muito bom negócio para as operadoras colocar no celular um dispositivo que lhe dá o direito de sentar no ônibus e assistir TV de graça ao invés de ficar pendurado no telefone com a namorada pagando 1 real ou 50 centavos por minuto”, diagnostica o ministro.De acordo com ele, há uma fabricante japonesa – cujo nome ele não quis revelar – que tem um celular pronto para ser lançado no mercado, mas a oferta dependerá da disposição das operadoras em colocar o produto nas lojas.

Para Eduardo Tude, da consultoria Teleco, o ânimo das operadoras em relação ao assunto só mudará se elas perceberem a recepção à TV digital como um diferencial para conquistar o cliente. “Ainda é cedo para isso. A área de cobertura ainda é muito restrita e o mercado é pequeno”, opina Tude. “Quando houver interatividade pode se tornar interessante, pois o uso do canal de retorno pode gerar tráfego”, ele acrescenta.

 Para André Caramuru Aubert, consultor especializado em mobilidade, é preciso observar ainda em que contexto a TV aberta no celular faz sentido. “Não me empolgo com a experiência de assistir um jogo de futebol sozinho, em uma tela pequena – faz muito mais sentido assistir em um bar com os amigos, ou na sala, comendo pipoca”, ele argumenta. “Mas se eu estiver preso em um ônibus, pode fazer sentido”.Para Caramuru, conteúdos de menor duração, feitos pelos próprios usuários, podem ser muito mais relevantes que a TV aberta no celular. “Se alguém posta um vídeo mostrando um acidente de trânsito que acaba de acontecer na Marginal, pode ser mais interessante”, ele argumenta.

Enquanto os celulares com receptor não chegam ao mercado, outros produtos farão uso do sinal móvel – conhecido como oneseg – transmitido pelas emissoras. Embora tenha menor resolução – 320 x 240 pixels, o que corresponde a um quadro de mais ou menos 10cm x 8cm -, o sinal é uma alternativa para quem não se importa em assistir a transmissão em telas pequenas, como o monitor do computador, por exemplo.

É o caso dos receptores USB para desktops e notebooks de fabricantes como Tectoy, Gradiente e Philips, que custam mais barato que os conversores para TV – na faixa de 370 reais a 400 reais.As TVs portáteis, com telas maiores e mais confortáveis, também podem ocupar o espaço deixado pelos celulares, mas produtos deste tipo ainda não chegaram às lojas. A Semp Toshiba afirmou que poderá trazer uma TV portátil chamada Gigabeat ao Brasil, mas não deu prazo para o lançamento.

Outra modalidade de produto que deve chegar em breve ao mercado são os laptops com receptor integrado. A Comsat, empresa do grupo RS Telavo, vai oferecer três modelos de dispositivos de baixo custo com receptor integrado.

Um deles é o Mobilis, laptop educacional produzido em parceria com a indiana Encore posicionado para concorrer com projetos similares – como o XO, da OLPC (One Laptop per Child) e o Classmate PC, da Intel.

 O aparelho já virá com receptor para o sinal de TV digital aberta móvel integrado e tela de 7 polegadas, mas também poderá ser ligado a uma TV de até 14 polegadas. A configuração inclui processador de 400Mhz, memória RAM de 256 Megabytes (MB), memória flash de 1Gigabyte (GB), Wi-Fi integrado e duas portas USB.O Mobilis custará 626 reais – o que o coloca em um patamar acima dos concorrentes educacionais -, mas será vendido no varejo, o que significa que qualquer interessado poderá comprá-lo (não apenas o governo e as escolas, como os rivais).

Além dos modelos educacionais, a fabricante vai produzir outros computadores de baixo custo que recebem o sinal de TV digital. A série Alquimista de CPUs virá em, duas configurações. A mais simples vem com 1GB de memória flash, 512 de RAM, 40GB de HD, quatro saídas USB, GPS e suporte integrado a Wi_Fi e GPRS (que permite usar a rede celular para navegar na web). Este modelo sairá por 670 reais.

Já a versão premium inclui além da CPU, um teclado e tela de 7 polegadas, custando 710 reais. Os dois modelos chegam às lojas em 15 de dezembro – a Comsat já fechou acordo com a rede Polishop para vender os aparelhos.

Mas o “xodó” da Comsat, nas palavras de Jakson Sosa, presidente da empresa, é o ViTV, que traz tela de 4.3 polegadas touchscreen, 512MB de RAM e memória flash de 1GB. O modelo vai custar 350 reais e deve estar pronto no final de janeiro.


“Porque comprar um simples caixa para converter o sinal se você pode ter um computador que faz o mesmo?”, argumenta o executivo.

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INTELIGÊNCIA NO E-MAIL MARKETING

Novembro 20, 2007 at 9:22 pm (Aula)

Se a sua lista de e-mails está se tornando desgastada e as taxas de abertura vêm diminuindo, ainda há esperança. Uma crescente prática de marketing promete entregar maior valor aos clientes. Ela é chamada micro-segmentação e está sendo utilizada por muitas empresas para obter bons resultados no envio de campanhas de e-mail marketing.

A micro-segmentação se baseia no envio de mensagens personalizadas a um pequeno grupo de clientes de alto valor. De acordo com a pesquisa da Coremetrics, empresa de análise estatística, essa prática pode aumentar a receita em mais de nove vezes e os lucros gerais da campanha em até dezoito vezes. A Atlas Travel, uma agência de viagens de médio porte, nos Estados Unidos, está entre as empresas que micro-segmentaram sua base de clientes. Após coletar dados em mercados B2B e B2C por mais de dois anos, a Atlas iniciou a segmentação de sua base e rapidamente criou mais de 100 micro-segmentos no mercado B2C, nomeados, por exemplo, como “gostam do Caribe em novembro” ou “esquiam nos Alpes Suíços em fevereiro”. As mensagens enviadas por e-mails são personalizadas para que sejam enviadas informações específicas sobre pacotes de viagens para cada um dos 100 segmentos.

Rock Blanco, gestor da Altas, diz que houve um aumento de 20% nas taxas de cross-sell entre os clientes micro-segmentados. Durante todo o mês de novembro, um período importante para o planejamento das férias, essa porcentagem passa de vinte para sessenta por cento. Além disso, “essa prática nos mantém fora da lista negra de e-mails bloqueados e permite um relacionamento mais próximo com nossos melhores clientes”, diz Blanco. A micro-segmentação funciona para bases de dados do mercado B2B também. A Pavilion Technologies, que atua no segmento de construção civil, fez essa descoberta ao personalizar suas campanhas de e-mail marketing no último ano. A empresa trocou a comunicação massificada por mensagens que levassem aos clientes o conteúdo de seu interesse. Por exemplo, clientes que compram polímeros da Pavilion recebem e-mails diferentes daqueles que compram cimento. Clientes interessados em aumentar os lucros trabalhando com os produtos Pavilion recebem mensagens a respeito de seminários via web sobre gestão de finanças. Essa prática levou a Pavilion a um aumento de 30% no número de inscritos nos seminários web, no último ano – um aumento de 80 a 99% nas taxas de abertura dos e-mails enviados e ainda um aumento de 30% no sucesso de seu programa que encoraja clientes inativos a fazer negóçios com a Pavilion.

Empresas que utilizam a estratégia da micro-segmentação ainda são exceção à regra. O e-mail marketing atingiu um estágio onde empresas coletam inúmeros dados sobre grupos chaves de clientes, mas poucas realmente utilizam tais dados de forma eficiente. A Responsys, que desenvolve soluções de e-mail marketing, pesquisou 100 de seus melhores clientes e descobriu que apenas 10% deles utilizam algo além da segmentação básica para planejar campanhas por e-mail. Barry Stamos, diretor estratégico da Responsys, recomenda uma fórmula simples para empresas que ainda se encontram em estágios iniciais: combine os dados básicos de seus clientes, tais como ticket médio, com informações comportamentais como dados extraídos do fluxo no website, dados que indiquem padrões de compras on-line, por exemplo. Segundo Barry, “aproximadamente 97% de todo o dinheiro investido em e-mail marketing, é gasto em vão”. “As empresas que não começarem a micro-segmentar suas campanhas gastarão mais do que isso, já que a taxa de abertura irá cair cada vez mais. No ambiente de mercado atual, um e-mail pode estabelecer ou destruir uma relação com o cliente.”

 

 Por John Gaffney, Editor Executivo

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Colaborar é o futuro

Novembro 5, 2007 at 11:51 pm (Aula)

A era da globalização, informação e evolução da comunicação mundial traz à tona cada vez mais ferramentas que possibilitam o desenvolvimento e aprofundamento de informações, do econômico ao cultural.

Surge o tempo onde colaborar, não para um crescimento apenas individual, mas sim em massa, onde todos saem ganhando, onde todas as opiniões são válidas, vem para mostrar que o conhecimento de cada individuo pode fazer a diferença.

A Internet já surgiu como um meio de comunicação mundial, porém agora mais do que nunca, possibilita não somente comunicar-se mas também interagir e interferir no que se é publicado e conhecido no mundo. Essa forma de colaboração realizada pelas massas surge para envolver os participantes, não deixar que passem apenas como receptores de informações, mas para que seu conhecimento passe a ser conhecido por todos, e que suas especialidades e sua criatividade possam ser aplicadas das mais diversas formas.

Assim surge essa nova forma de se comunicar e interagir, usado também em empresas, com o objetivo de unir o máximo de forças possíveis sem muito esforço. Essa nova forma de estabelecer troca de informações e conhecimento é conhecida como peering, onde diversas pessoas, colaboram da forma que podem para um objetivo final mais amplo.

A ação conhecida como compartilhamento faz com que as empresas divulguem seus dados, antes tidos como secretos, para que os colaboradores possam entender muito melhor seu funcionamento, sua forma de agir e colaborar da forma adequada para seu crescimento. Daí surge a idéia de agir globalmente, pois essa forma de comunicar-se abertamente faz com que indivíduos, mesmo não trabalhando para essas determinadas empresas, possam colaborar com elas de qualquer lugar do mundo.

Novos métodos surgem constantemente na área da comunicação e econômica global, basta aguardarmos para analisar quais os resultados que a colaboração em massa trará.

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Opa

Outubro 2, 2007 at 10:26 pm (Aula)

Olá queridos coleguinhas

Bom, estou aqui escrevendo para justificar minha ausência na aula de hoje. Uma justificativa válida, claro, trabalho!! Aliás, trabalhoS. Incluindo PEX e TCC. Mas enfim, alguém pode me passar as informações depois? Agradeço.

Beijos

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Aula 18/09

Setembro 18, 2007 at 11:31 pm (Aula)

“A Internet é uma extensão especializada dos mecanismos, como a comunicação, que mantêm a sociedade.”

A sociedade se movimenta, comunica e estabelece laços de diversas formas, as tecnologias surgem e evoluem facilitando, modificando e aperfeiçoando essas formas de se relacionar da sociedade. Ela possibilita cada vez mais a troca de opiniões, cabe a cada um utilizar-se dessas ferramentas que surgem da melhor forma.

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PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Setembro 5, 2007 at 12:33 pm (Blah Blah Blah)

Embora usados como sinônimos, os vocábulos publicidade e propaganda não significam rigorosamente a mesma coisa.

Publicidade deriva de público (do latim publicus) e designa a qualidade do que é público. Significa o ato de vulgarizar, tornar público um fato, uma idéia.

Propaganda é definida como a propagação de princípios e teorias. Foi introduzida pelo Papa Clemente VII, em 1597, quando fundou a Congregação de Propaganda, com o fito de propagar a fé católica pelo mundo. Deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia, ou seja, enterrar o rebento de uma planta no solo. Propagare, por sua vez, deriva de pangere, que quer dizer: enterrar, mergulhar, plantar. Seria então a propagação de doutrinas religiosas ou princípios políticos de algum partido.

Vemos, pois, que a palavra publicidade significa genericamente divulgar, tornar público, e propaganda compreende a idéia de implantar, de incutir uma idéia, uma crença na mente alheia.

Outros conceitos:

“Propagare” (latim) – multiplicar, por produção ou geração, estender, propagar. Comunicação persuasiva.

O conjunto de meios destinados a informar o público e a convencê-lo a comprar um produto ou serviço. (Robert Leduc)

Conjunto de atividades que visam influenciar o homem com objetivo religioso, mas sem finalidade comercial. (Mário Erbolato)

Harold D. Lasswell não entende propaganda como uma simples difusão de idéias e doutrinas. Para ele, a propaganda baseia-se nos símbolos para chegar a seu fim: a manipulação das atitudes coletivas. Assim, o uso de representações para produzir reações coletivas pressupõe uma ação de propaganda.

Englobando todas as considerações, podemos conceituar propaganda como “o conjunto de técnicas e atividades de informação e persuasão destinadas a influenciar, num determinado sentido, as opiniões, os sentimentos e as atitudes do público receptor”.

“Publicus” (latim) – ato de divulgar, tornar público.

Divulgar, tornar público sem que isso implique necessariamente em persuasão. (Rabaça e Barbosa)

Estímulos não pessoais para criar a demanda de um produto ou unidade de negócio através dos meios de comunicação como rádio, TV e outros veículos teoricamente com materiais não pagos pelo patrocinador”. (Marcos Cobra)

Conjunto de técnicas de ação coletiva, utilizada no sentido de promover o lucro de uma atividade comercial, conquistando, aumentando ou mantendo clientes”. (Márcio Erbolato)

Qualquer forma de divulgação de produtos ou serviços através de anúncios geralmente pagos e veiculados sob a responsabilidade de um anunciante identificado, com o objetivos de interesse comercial”. (Rabaça e Barbosa)

Em geral, não se fala em publicidade com relação à comunicação persuasiva de idéias. Nesse aspecto a propaganda é mais abrangente, pois inclui objetos ideológicos, comercias etc. Por outro lado, a propaganda é mais abrangente no sentido de divulgação (“tornar público, informar sem que isso necessariamente implique em persuasão”).

A Lei 4.860, de 18 de julho de 1965, regulamentou o exercício da profissão de publicitário em nosso país e utiliza esses dois termos sem distingui-los. Começa por definir como publicitários aqueles que exercem funções de natureza técnica da especialidade nas agências de propaganda; define ainda agência de propaganda como aquela pessoa jurídica especializada na arte e técnica da publicidade.

De todos os conceitos, tiramos as seguintes conclusões:

a) Que publicidade é um meio de tornar conhecido um produto, um serviço ou um firma;
b) Que seu objetivo é despertar na massa consumidora o desejo pela coisa anunciada, ou criar prestígio ao anunciante;
c) Que faz isso abertamente, sem encobrir o nome e intenções do anunciante;
d) Que os anúncios são matérias pagas.

A publicidade é, sobretudo, um grande meio de comunicação com a massa. É paga com a finalidade de fornecer informações, desenvolver atitudes e provocar ações benéficas para o anunciante, geralmente para vender seus produtos e serviços. A propaganda serve para realizar tarefas da comunicação de massa com economia, velocidade e volume maiores que os obtidos através de quaisquer outros meios.
Se entendermos o verbo vender num sentido amplo, generoso, de levar aos outros a mensagem capaz de interessá-los em determinada ação, a finalidade principal da propaganda, então, é vender. Ao convencer os pais da necessidade de vacinar seus filhos, a propaganda vende a idéia preservadora da saúde infantil. Quando aponta os proveitos do pagamento de impostos, vende uma noção que favorece o contribuinte e a coletividade. Não devemos cair no excesso de pensar que apenas a propaganda pode vender determinada mercadoria. Ela ajuda, estimula, motiva a venda. Mas sem os demais fatores essenciais: qualidade do artigo, apresentação atraente, facilidade de distribuição, condições de preço entre outros, seria insensato pensar que a mensagem publicitária alcançaria os objetivos desejados.
Só poderia estar ao lado dos opositores da propaganda, apregoando que os gastos são dispensáveis ou onerosos, quem não conhece sua função e seus efeitos no mundo moderno. Sem a propaganda não teria havido a possibilidade de consumo estável que determinou a produção em série, cujo segredo é produzir em grandes quantidades, a fim de reduzir os custos unitários. Assim, o que se gasta com a propaganda é apenas uma fração mínima do que se teria que gastar por unidade fabricada, não fosse a produção em série. A publicidade acaba por ser a força motriz do sistema capitalista vigente em que o consumo é ato vital e o capital lucrado é combustível.

Resumindo: a propaganda é fonte de economia para os produtores e de benefícios para os consumidores. Sem ela, o custo de venda seria alto, pois se somaria ao custo de fabricação.

Mas os benefícios da propaganda não são só econômicos. A liberdade de imprensa é resultante dela e da sua ação democrática. Sem a receita dos anúncios, nem os jornais, nem as rádios ou televisões poderiam recrear os leitores e ouvintes como o fazem.
Ela é também importante fator como esteio do regime democrático. Suprima-se a propaganda e desaparecerá a liberdade de imprensa que conhecemos. É pela propaganda que subsidem os órgãos de divulgação das mais variadas matizes. Graças a ela, opiniões diversas são emitidas, permitindo o confronto e a análise que precede a seleção dos melhores.

A publicidade é, portanto, uma das maiores forças da atualidade. É a grande energia que impulsiona o desenvolvimento industrial, o crescimento do comércio e todas as outras atividades que se ligam direta ou indiretamente ao consumo seja de produtos, serviços ou idéias. Também tem grande importância na sugestão e orientação política e religiosa da humanidade. Cria estados de oposição, revoluciona os métodos, difunde aquilo que é mais conveniente, novo ou econômico para a comunidade ajudando na resolução de suas apetências e necessidades.

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postado por GRUPO TENDÊNCIAS DA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA 12:24 AM

http://www.tpublicidade.blogger.com.br/  

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Maaais links

Setembro 5, 2007 at 12:29 pm (Blah Blah Blah)

Bom, tem alguns sites que não estou conseguindo add no bloglines, então vou colocando os links aqui pra não esquecer…

lá vai:

http://www.alavip.com.br/index2.htm

http://midiaticos.blogspot.com/

http://www.espm.br/espm/pt/home

http://portalimprensa.uol.com.br/

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Mais um

Setembro 3, 2007 at 7:39 pm (Blah Blah Blah)

Opaa

Mais um site bacaninha pra dar uma olhada: http://www.sedentario.org/

(acho que a maioria já conhece…masssss)

=D

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Dica

Agosto 26, 2007 at 9:40 pm (Blah Blah Blah)

site legalzinho esse:

http://www.xiscando.com/

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